terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Retro 2015 e Feliz 2016!!!

Bem, 2015 se foi e acabei nem fazendo o balanço do ano, o qual farei agora. Mas vai ser jogo bem rápido, com os pontos que mais me marcaram.

Apesar da crise, não posso reclamar em relação a viagens. Conseguimos reunir o quarteto lá em Curitiba no Carnaval e, mesmo com um clima chuvoso, visitamos os principais pontos, com direito a muitas fotos!


Em setembro conheci (finalmente) o Chile e sua fantástica, belíssima Cordilheira dos Andes.


Em 2015 também criei um instagram sobre maquiagem e afins, e dali surgiu um inesperado grupo, que hoje é um dos mais ativos do qual participo: Baah, Thais, a criadora do grupo Amobatom, Paty, Dani, Ray, Taita e Candy. Nosso sonho de mentira é sair pelo mundo num ônibus a la Priscila Rainha do Deserto!


Nosso grupo de dança de ventre mais uma vez arrasou nos palcos, com direito a belos efeitos visuais! 
  


Tá, mas e os objetivos, foram alcançados?
É aí que entra 2016... Com todas as pendências herdadas de 2015! -_-"

Então estou quase abolindo essa história de ter objetivos específicos. Os únicos que pretendo levar a sério são os que envolvem questões financeiras, afinal, temos contas a pagar. O resto vou vivendo, curtindo, fazendo o que dá, aprendendo, investindo, e sempre com uma pontinha de esperança para agradáveis surpresas.

Quero viajar mais, me encantei pela beleza do sul da América do Sul! 

Patagônia: será o próximo destino?

Quero voltar aos salões (aliás, já voltei e já cortei a juba), cuidar melhor do meu look.
Vou continuar meu insta de make, mas agora em marcha lenta.
Vou cumprir um objetivo que criei ano passado: experimentar um vinho por mês! Começando pelos chilenos, é claro, depois os argentinos entram no balaio.


Ainda não tenho knowhow pra fazer review de vinho, mas adorei este branco late harvest que eu trouxe do Chile, docinho, licoroso, mas não enjoativo. O tinto da uva Carmenere, especialidade chilena, eu comprei por aqui mesmo e foi o escolhido para provar este mês, hehehe.   \o/

Agora oficialmente, Feliz 2016!!!

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A Grande Jornada - Capítulo 2: O Renascer da Águia

Repetindo uma história que postei em agosto de 2011:

"A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie, chegando a viver oitenta anos.
Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Nesta idade ela está com as unhas compridas e flexíveis e não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva, dificultando a caça. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar se torna difícil.

Então a águia só tem duas alternativas: MORRER... ou enfrentar um difícil e doloroso processo de renovação que irá durar aproximadamente 150 dias.

Este processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a pedra até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. Só então, após cinco meses, sai para seu famoso e esplêndido Vôo de Renovação, para viver por mais 40 anos."

Pode parecer uma "versão adulta de fábulas encantadas" para metaforizar a dor de uma mudança (interna e externa). Eu quis repostar isso porque uma metáfora narrativa algumas vezes tem mais força na compreensão do que um texto discursivo.
Para nós, humanos, essa transformação pode ser ainda mais longa e dolorosa. Uma porque vivemos numa sociedade do tipo “pão e circo” que nos pressiona o tempo todo e acha que tudo isso é frescura, que é só dar umas corridinhas no parque, umas voltinhas no shopping e está tudo certo. Outra porque temos responsabilidades a cumprir e não podemos simplesmente nos isolar numa montanha e agonizar sossegados.

Como essa sensação de escolher entre "renovar ou definhar" é recorrente e cada vez mais forte, resolvi esperar a poeira baixar e botar os neurônios para trabalhar. Tenho alguns planos em mente mas, em paralelo, gosto de ler os relatos de quem já passou por isso. Que mundo fantástico é a web onde, cada vez mais, as pessoas compartilham suas experiências, e não me sinto a única!

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A Grande Jornada - Capítulo 1: A Crise

Resolvi transformar meu caos espiritual em capítulos de novela, porque no futuro virei aqui consultar, do mesmo jeito que aconteceu em 2012 e em 2007. Minha dúvida era se não deveria chamar "História Sem Fim", mas...

Vamos a um breve resumo de 2012.
Nos meados de 2012, meu espírito estava quebrado, mas de uma forma pontual: o coração. E quando o coração quebra, a parte nossa mais atingida é a autoestima. Só que nesse aspecto eu tinha um pouco mais de knowhow e mobilidade e, aos poucos, fui virando o jogo. A música tema dessa virada foi "The Figher", do Gym Class Heroes, que caiu na minha frente do nada, me tirou do estado de escuridão total e me fez procurar a luz no fim do túnel. 

The Figher (Jason Chen version)

Have you ever felt completely helpless?
So lost in your troubles like life is hopeless.

Have you ever felt no matter how hard you try,
things will never get better
but you still reach for the sky

It's like the whole world is against you
or is it all in your mind?
It's the fear of failing
against the will to survive

But you know there's no easy way out
Even when your mind starts to doubt
When you hit rock bottom 
Raise your head high and 

Give 'em hell!
Turn their heads!
Gonna live life 'til we're dead

Give me pain!
Give me scars!
Then just say to me, say to me, say to me

There goes a fighter
There goes a fighter
Here comes a fighter
That's what they'll say to me, say to me, say to me 

This one's a fighter

Depois uma coisa foi puxando a outra. Procurei, pela primeira vez na vida, uma psicóloga. Uns quatro ou cinco meses de análise me ajudaram a descobrir um pouco mais de mim. Comecei, pela primeira vez na vida, a fazer aulas de dança. Dançar elevou minha autoconfiança e autoestima. Me interessei, pela primeira vez na vida, em estudar fotografia. A fotografia foi lapidando minha visão de mundo. A coroação de tudo isso se deu dois anos depois, quando pude conhecer Nova York e no fim do mesmo ano tive a coragem para subir num palco e me apresentar num espetáculo de dança. Por tabela, novas amizades surgiram, e outras foram fortalecidas.
Vendo assim agora, de longe, parece que foi tudo fácil. Só que não. Foi preciso eu esperar um pouco da dor passar, juntar forças para levantar e me colocar em movimento. Mas as circunstâncias eram outras. Recuperei o emocional, porém uma fratura interna estava sendo ignorada por mim esse tempo todo: a carreira.   

Voltando agora para 2015:
Falta de foco, falta de energia, irritabilidade, impaciência. Eu diria que hoje meu espírito está quebrado da cabeça aos pés. 
Quando se perde as rédeas por um longo período, recuperás-la parece fora de alcance.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

The nothingness

Hoje resolvi postar sem rascunho, direto no editor do Blogger, pra registrar que ultimamente tá difícil sair alguma abobrinha útil da minha cabeça. Nem sei por que a preocupação, já que 90% dos posts são abobrinhas inúteis, mas enfim.
No geral, ando meio sem energia. Não sei se é físico ou emocional, estou pra fazer exame de sangue. Bem, se é emocional eu deveria saber né? Nesse caso ando desanimada mesmo. Queria poder ficar um ano inteiro rodando o mundo sabe? Tipo um ano sabático. Mas poucas pessoas no mundo tem esse privilégio.
Eu sou o tipo de pessoa que passa a impressão de ser feliz e tranquila, porque eu só comento partes boas da vida. Mas não é assim que me sinto. Eu sinto um grande vazio, e não é fome. Cansaço, indisposição. Eu poderia culpar a idade, mas tem muita gente da terceira idade que dá um banho em mim em disposição. 
Quero mais praias, mais prais pra descarregar!

Olha só, um bangalô desses nas Maldivas serve!

sábado, 19 de setembro de 2015

Chile 2015 Parte 3: Nas águas do Pacífico

O segundo passeio guiado (Sousas Tour again!) foi num belo domingo de sol para a costa chilena. Isso fez do passeio o mais bonito e agradável de nossa estadia no Chile.

A mais ou menos uma hora da capital, é possível visitar a badalada praia de Viña del Mar e os exóticos morros de Valparaiso.

Tradicional foto "Botei os pés no Pacífico!".

Chile 2015 Parte 2: Aventura gelada nas Cordilheiras

Frio! Muito frio! Nosso primeiro passeio guiado no Chile (Sousas Tour) foi numa sexta-feira para as estações Farellones e Valle Nevado, na Cordilheira dos Andes. O dia estava ensolarado, mas a temperatura nas montanhas era em torno de -3/3 °C.
Logo antes de pegar a estrada para Farellones, passamos numa loja para alugar roupas de frio, casaco, calça, luva e botas, tudo impermeável. Marinheiras de primeira viagem em região nevada, acabamos alugando tudo com medo de passar frio, mas se um dia voltarmos para a neve, levaremos nossas próprias roupas (próprias para neve, claro) e não alugaremos nada. As luvas acabamos nem usando porque não dava pra fotografar com aqueles trambolhos... Uma luva de lã serve muito bem.

Estar bem alimentado e hidratado (leve água) também é fundamental, pois o ar nas montanhas a mais de 2Km de altitude é rarefeito, além de frio, e a gente perde energia muito rápido. Outros itens obrigatórios: filtro solar fator 50 e óculos de sol. Vai por mim, tudo isso é essencial para sobrevivência! :p

Bem, estando adequadamente equipado e preparado, é aproveitar e curtir a beleza única da mais extensa cordilheira do planeta!

 
Me sentindo uma explorer de missão científica! 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Chile 2015 Parte 1: A cidade emoldurada pelos Andes

E vamos aos recuerdos, mais uma vez eu e minha amiga Silvia embarcamos numa viagem de férias, desta vez para as terras geladas do Chile! 
Não consegui tirar fotos decentes pra variar, e boa parte delas foram pelo celular mesmo, pois nem sempre eu estava bem o suficiente pra carregar câmera (graças à TPM com crises de enxaqueca).

Mas enfim. Vou dividir o registro em 3 partes, começando primeiro pela capital chilena, Santiago, onde nos hospedamos. 
Chegamos em Santiago numa quarta-feira debaixo de chuva, mas felizmente só choveu nesse dia. 

Santiago possui 6,7 milhões de habitantes, quase 40% da população total do Chile e está localizada no Vale Central. Ao norte, emoldurando todo seu horizonte, podemos avistar a grandiosa Cordilheira dos Andes, o cartão postal da cidade.

Santiago vista do alto do Sky Costanera.

domingo, 28 de junho de 2015

Photoshoot - Inverno 2015

Adoro vir a esse parque... É um refúgio em todos os aspectos... Esqueço de tudo.

Eu não esperava que fosse ficar legal... Peguei roupas que tinha no fundo do armário, a intenção era fazer algo mais descontraído desta vez. Agradecimentos ao fotógrafo também, porque deu pra aproveitar muitas fotos. Aliás, desculpem pelo flood, mas foi difícil escolher entre mais de 200 fotos!

Aquecimento, testes, etc.

Headshot para o instagram e possivelmente avatar.

Planos futuros: poses de vilã.

Introduzindo boné na brincadeira, primeira vez que fica legal!


Mais brincadeira, touquinha!





Sou viciada, fascinada e apaixonada por backlighting.

A magia dos últimos raios de sol.

Eu só tenho certeza de uma coisa: fotografia está entre as 5 coisas que mais amo na vida! <3

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Candy Wishes

Hoje o post é sobre minha outra conta no Instagram - aquela sobre makes e cosméticos. Senta que lá vem a história.

Minha intenção era divulgar só mais pra frente, mas resolvi antecipar, pois meu tempo tem ficado mais escasso por conta deste hobby, que encaro como "trabalho não remunerado". O intuito por ora é ganhar experiência em mídias sociais, fazendo parte e aprendendo junto com a comunidade. O início é difícil, lento e a gente fica muito insegura e hesitante. Então esperei ao menos sair da primeira marcha para divulgar e comentar melhor. 

Existe um nicho dentro da internet - comandado pelas blogueiras - onde se trocam muitas informações sobre o mundo da beleza: maquiagem (produtos e tutoriais), cosméticos, moda e decoração. É por este meio que a gente fica conhecendo marcas, produtos, e técnicas que não conhecia antes. Seguidoras desta comunidade chegam a saber mais sobre produtos do que vendedores de lojas! Quando um novo produto chega ao mercado brasileiro, já foi febre na internet muito antes.

Tendo este desejo de fazer parte da comunidade plantado em mim desde 2009-2010, eis que em janeiro de 2015 surge o Candy Wishes. Nas fotos, o fator "eyecandy" (doce para os olhos). Nos bastidores, a correria. Uma única foto pode levar até 6 horas entre a pré-concepção e a pós produção. As de produtos são rápidas, levam cerca de uma ou duas horas (se eu estiver inspirada). Mas as de make são um parto. É preciso luz do dia, horas de produção e sessão de "photoshoot doméstico", por isso não faço muito esse tipo de foto. Tudo porque penso que são necessárias fotos de qualidade - e sobretudo veracidade - para ganhar a confiança dos seguidores.

Fotos de produto.

Photoshoots, swatches e makes.

Por que eu escolhi essa plataforma primeiramente e não um blog: 

- Pertence ao fundador da mídia social mais populosa do planeta: Mark Zuckerberg.
- É feita para celular, o que simplifica a infraestrutura no lado do usuário e tem o fator "posso ver na cama, no ônibus, no restaurante".
- As visualizações são imediatas uma vez que você utilize hashtags (#tags) apropriadas.
- Eu já tinha alguma experiência com minha conta pessoal @adriane_k, que serviu de aprendizado para eu criar a @candy.wishes.
- Mais de 75 milhões de usuários ativos.
- O Brasil está entre os Top 10 países que mais populam o instagram:
01) United States
02) Japan
03) Brazil
04) Spain
05) Germany
06) United Kingdom
07) Russia 
08) Italy
09) Mexico
10) Canada
- Porcentagem de usuários do sexo feminino: 49%.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Skill

Faz tempo que eu não escrevo um post mais reflexivo, e eu sinto falta disso direto. Atualmente não tenho contato pessoal com ninguém adepto do "papo cabeça"... (:P)
Eu gosto de falar besteiras e papo-furado, mas eu sou essencialmente uma pessoa analítica e que precisa de vez em quando alimentar minha inteligência e capacidade reflexiva. 

A reflexão de hoje é sobre habilidades. Não sei se é com todo mundo, mas eu sinto a necessidade de sentir progresso em habilidades. "Encontre a voz interior" é o tema principal de um dos livros que eu tenho (que eu comecei e não terminei ¬.¬). O autor diz que todas as pessoas têm sua voz interior e que podemos ajudá-las a encontrar essa voz. Mas como é então, que eu não sinto ninguém próximo a mim buscando essa voz, pra trocar ideias comigo? Por que não consigo me identificar com ninguém em termos de evolução pessoal? Ou livro está equivocado ou ninguém sabe se expressar em relação a isso.

Quais são suas aspirações não financeiras/materiais/afetivas? Às vezes me irrito com pessoas só falando de dinheiro, consumo e carência, a vida tem muito mais atrativos do que isso.

Gostaria de saber quais de vocês tem um desejo de ajudar outras pessoas, de alguma forma, em qualquer área? Como fazem ou pretendem fazer isso? 

Eu sinto a necessidade de desenvolver mais e mais habilidades e de alguma forma, ensinar tudo que eu sei... Mais especificamente, mulheres. Pretendo por ora apenas ter um blog, pois é o que minhas condições permitem no momento. Eu gosto muito de escrever, expressar e polir minhas ideias, disso eu não tenho dúvidas.

Sinto que tenho potencial para múltiplas habilidades, mas nem sempre consigo desenvolver os que tenho maior interesse no trabalho ou na minha vida cotidiana. Então acabo direcionando eles para os hobbies. Por isso às vezes fico meio ausente, meio saturada de assuntos repetitivos.

Eu acho que a gente passa por duas fases que se alternarão espontaneamente ao longo da vida:
1. A fase adaptativa: É a necessidade que temos de nos adaptar ao mundo, ao ambiente e às pessoas ao nosso redor. É a fase que nos tornamos como as outras pessoas.
2. A fase "diferenciativa" (não achei outro termo!): É a necessidade de sermos nós mesmos, de ser algo que nos torna diferente dos outros. (find your spot and do what you love) 

Eu creio que me encontro nessa segunda fase, de me encontrar, de encontrar pessoas parecidas, de sair da multidão e do comum...