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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Novas buscas

Saudações!

O blog não morreu, apenas paralisou-se nessa minha vida turbulenta. De um lado, o stress cada vez maior no trabalho, do outro os hobbies cada vez tomando mais o meu tempo livre, talvez pra compensar o lado "ruim".
O meu insta de maquiagem até gerou alguns frutinhos nesse meio tempo, como uma parceria com uma lojinha, que me mandou alguns produtos de maquiagem pra eu testar e divulgar, e um convite para o lançamento de uma linha de maquiagens de uma blogueira famosa (ela mesma me convidou) em São Paulo, num almoço muito lindo e chique, com a presença de várias blogueiras, fãs e imprensa.
Bem, esse foi só um update rápido, estou de férias no momento, semana que vem viajo novamente para as Serras Gaúchas e mês que vem, além de voltar ao batente, começo a mudar de cafofo porque o atual está dando muito problema.

Com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, tanto as boas quanto ruins estão me dando muito trabalho, foi inevitável eu recorrer a um processo de coaching para (tentar) mudar o rumo da vida. Sei que muita gente acha isso jogar dinheiro fora, mas o que eu investi não foi um valor exorbitante e eu realmente precisava de um norte. Acho que pior que jogar dinheiro fora é jogar a vida fora. O processo de autoconhecimento já não é fácil, sozinho então é ainda mais atordoante.

Esse blog (Candy Perfume) já nasceu com esse propósito, o de encontrar o meu caminho, mas acabei largando ou fazendo tudo em off, porque de alguma forma eu queria evitar cobranças num processo tão pessoal e delicado, que exige tempo. Às vezes mais longo do que a gente gostaria. E o que eu notei é que o próprio blog tem um pouco a ver com o próximo parágrafo.

Uma coisa que eu consigo perceber é que desde sempre eu gosto de compartilhar minhas experiências, seja num blog, numa rede social ou no bar. Tudo que eu faço e aprendo lá estou eu tentando compartilhar de alguma forma. Quando eu assistia animes, fazia um site e posteriormente blog de animes, dedicando páginas ou posts pra cada anime, com seu roteiro e personagens (isso me fez conhecer o Kodi, o Ocho, a Analu, a Gi (Alandria) e tantos mais que são meus amigos ATÉ HOJE!!). Quando eu fazia arte, publicava fotos, quando lia um livro, publicava as ideias desse livro, quando fazia cursos, contava como era e os resultados, quando aprendia fotografia, compartilhava as fontes, quando fotografo, compartilho as melhores fotos, quando viajo, publico sobre a viagem, quando testo uma maquiagem, publico minha opinião, resultados e faço comparações (o insta de makes também me trouxe novas amizades). Enfim, quem me conhece sabe que compartilhar experiências sempre fez parte da minha vida, só que de uma forma muito casual. E mesmo nessa informalidade, meus olhos brilham na hora de criar um blog ou insta sobre um assunto que eu gosto muito. E me entristece pensar que na minha vida profissional não existe esse brilho.

Aí quando você entra num processo de autoconhecimento e renovação, é impossível deixar essa questão de lado. Talvez tudo isso deva ser levado em consideração na hora de decidir um novo rumo.

Esse post não foi exatamente uma volta ao blog, mas queria deixar registrado a ideia e esse passo.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

É isso, é guerra!

Agora sim, as verdadeiras metas 2016, 2017, 2018, até onde for...
Vou ser bem honesta, não adianta tacar pedras em mim, é meu coração quem diz. Resumidamente são 3 metas:

1. Na vida profissional, a briga é por estabilidade.

2. Na vida sentimental, a briga é para achar um bom companheiro, onde a sintonia, a atração e a admiração sejam recíprocas, e sem empecilhos.

3. Na vida pessoal, a meta é continuar me lapidando, pois sinto prazer nisso. Meu conceito de "lapidar-se" envolve dois lados:
O de fora, que é optar por visuais que me favoreçam, sem uso de métodos intrusivos ou materialmente insustentáveis. O fato de eu gostar de moda, fotografia e maquiagem me ajuda muito a brincar com a minha imagem e fortalecer minha autoestima.
E claro, o lado de dentro, que é adquirir novas experiências e novos conhecimentos, aprimorar habilidades, transferir habilidades de um papel para outro (eu sempre digo que o que você aprende em um contexto, você consegue aplicar em outro). É claro que existem outras formas de lapidar-se, mas as que citei são as que me dão prazer. Portanto, meu lado pessoal são praticamente os meus hobbies, e eles dão uma forcinha para as duas primeiras metas.

Numa guerra há luta, há sacrifícios, há empecilhos, há desmotivação, há inveja. Mas também há descontração, surpresas boas, amizades e alianças. 

Ah, quero apresentar meu novo bebê, que eu tanto enrolei pra ter:

Dell Inspiron 15 Série 5000. Atende minhas necessidades e guarda meus planos de conquistar o mundo.

É isso, é guerra!

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A Grande Jornada - Capítulo 2: O Renascer da Águia

Repetindo uma história que postei em agosto de 2011:

"A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie, chegando a viver oitenta anos.
Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Nesta idade ela está com as unhas compridas e flexíveis e não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva, dificultando a caça. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar se torna difícil.

Então a águia só tem duas alternativas: MORRER... ou enfrentar um difícil e doloroso processo de renovação que irá durar aproximadamente 150 dias.

Este processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a pedra até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. Só então, após cinco meses, sai para seu famoso e esplêndido Vôo de Renovação, para viver por mais 40 anos."

Pode parecer uma "versão adulta de fábulas encantadas" para metaforizar a dor de uma mudança (interna e externa). Eu quis repostar isso porque uma metáfora narrativa algumas vezes tem mais força na compreensão do que um texto discursivo.
Para nós, humanos, essa transformação pode ser ainda mais longa e dolorosa. Uma porque vivemos numa sociedade do tipo “pão e circo” que nos pressiona o tempo todo e acha que tudo isso é frescura, que é só dar umas corridinhas no parque, umas voltinhas no shopping e está tudo certo. Outra porque temos responsabilidades a cumprir e não podemos simplesmente nos isolar numa montanha e agonizar sossegados.

Como essa sensação de escolher entre "renovar ou definhar" é recorrente e cada vez mais forte, resolvi esperar a poeira baixar e botar os neurônios para trabalhar. Tenho alguns planos em mente mas, em paralelo, gosto de ler os relatos de quem já passou por isso. Que mundo fantástico é a web onde, cada vez mais, as pessoas compartilham suas experiências, e não me sinto a única!

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A Grande Jornada - Capítulo 1: A Crise

Resolvi transformar meu caos espiritual em capítulos de novela, porque no futuro virei aqui consultar, do mesmo jeito que aconteceu em 2012 e em 2007. Minha dúvida era se não deveria chamar "História Sem Fim", mas...

Vamos a um breve resumo de 2012.
Nos meados de 2012, meu espírito estava quebrado, mas de uma forma pontual: o coração. E quando o coração quebra, a parte nossa mais atingida é a autoestima. Só que nesse aspecto eu tinha um pouco mais de knowhow e mobilidade e, aos poucos, fui virando o jogo. A música tema dessa virada foi "The Figher", do Gym Class Heroes, que caiu na minha frente do nada, me tirou do estado de escuridão total e me fez procurar a luz no fim do túnel. 

The Figher (Jason Chen version)

Have you ever felt completely helpless?
So lost in your troubles like life is hopeless.

Have you ever felt no matter how hard you try,
things will never get better
but you still reach for the sky

It's like the whole world is against you
or is it all in your mind?
It's the fear of failing
against the will to survive

But you know there's no easy way out
Even when your mind starts to doubt
When you hit rock bottom 
Raise your head high and 

Give 'em hell!
Turn their heads!
Gonna live life 'til we're dead

Give me pain!
Give me scars!
Then just say to me, say to me, say to me

There goes a fighter
There goes a fighter
Here comes a fighter
That's what they'll say to me, say to me, say to me 

This one's a fighter

Depois uma coisa foi puxando a outra. Procurei, pela primeira vez na vida, uma psicóloga. Uns quatro ou cinco meses de análise me ajudaram a descobrir um pouco mais de mim. Comecei, pela primeira vez na vida, a fazer aulas de dança. Dançar elevou minha autoconfiança e autoestima. Me interessei, pela primeira vez na vida, em estudar fotografia. A fotografia foi lapidando minha visão de mundo. A coroação de tudo isso se deu dois anos depois, quando pude conhecer Nova York e no fim do mesmo ano tive a coragem para subir num palco e me apresentar num espetáculo de dança. Por tabela, novas amizades surgiram, e outras foram fortalecidas.
Vendo assim agora, de longe, parece que foi tudo fácil. Só que não. Foi preciso eu esperar um pouco da dor passar, juntar forças para levantar e me colocar em movimento. Mas as circunstâncias eram outras. Recuperei o emocional, porém uma fratura interna estava sendo ignorada por mim esse tempo todo: a carreira.   

Voltando agora para 2015:
Falta de foco, falta de energia, irritabilidade, impaciência. Eu diria que hoje meu espírito está quebrado da cabeça aos pés. 
Quando se perde as rédeas por um longo período, recuperás-la parece fora de alcance.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Skill

Faz tempo que eu não escrevo um post mais reflexivo, e eu sinto falta disso direto. Atualmente não tenho contato pessoal com ninguém adepto do "papo cabeça"... (:P)
Eu gosto de falar besteiras e papo-furado, mas eu sou essencialmente uma pessoa analítica e que precisa de vez em quando alimentar minha inteligência e capacidade reflexiva. 

A reflexão de hoje é sobre habilidades. Não sei se é com todo mundo, mas eu sinto a necessidade de sentir progresso em habilidades. "Encontre a voz interior" é o tema principal de um dos livros que eu tenho (que eu comecei e não terminei ¬.¬). O autor diz que todas as pessoas têm sua voz interior e que podemos ajudá-las a encontrar essa voz. Mas como é então, que eu não sinto ninguém próximo a mim buscando essa voz, pra trocar ideias comigo? Por que não consigo me identificar com ninguém em termos de evolução pessoal? Ou livro está equivocado ou ninguém sabe se expressar em relação a isso.

Quais são suas aspirações não financeiras/materiais/afetivas? Às vezes me irrito com pessoas só falando de dinheiro, consumo e carência, a vida tem muito mais atrativos do que isso.

Gostaria de saber quais de vocês tem um desejo de ajudar outras pessoas, de alguma forma, em qualquer área? Como fazem ou pretendem fazer isso? 

Eu sinto a necessidade de desenvolver mais e mais habilidades e de alguma forma, ensinar tudo que eu sei... Mais especificamente, mulheres. Pretendo por ora apenas ter um blog, pois é o que minhas condições permitem no momento. Eu gosto muito de escrever, expressar e polir minhas ideias, disso eu não tenho dúvidas.

Sinto que tenho potencial para múltiplas habilidades, mas nem sempre consigo desenvolver os que tenho maior interesse no trabalho ou na minha vida cotidiana. Então acabo direcionando eles para os hobbies. Por isso às vezes fico meio ausente, meio saturada de assuntos repetitivos.

Eu acho que a gente passa por duas fases que se alternarão espontaneamente ao longo da vida:
1. A fase adaptativa: É a necessidade que temos de nos adaptar ao mundo, ao ambiente e às pessoas ao nosso redor. É a fase que nos tornamos como as outras pessoas.
2. A fase "diferenciativa" (não achei outro termo!): É a necessidade de sermos nós mesmos, de ser algo que nos torna diferente dos outros. (find your spot and do what you love) 

Eu creio que me encontro nessa segunda fase, de me encontrar, de encontrar pessoas parecidas, de sair da multidão e do comum...

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Planos 2015

A pergunta que não quer calar, quais os meus planos para 2015?
Pois é, não tenho planos pra 2015, porque ainda não descobri qual é o sentido da vida (sem zoeira). Tive alguns insights durante as férias, mas nada que me desse aquele estalo...

Sei que quero viajar mais, fazer mais photoshoots, abrir mais presentes (post anterior), mas ter um projeto de vida mesmo é uma folha ainda em branco.
Sinto que antes de começar qualquer coisa, preciso organizar. Parece que a inspiração foge se tudo não estiver em ordem... Foi o que aconteceu ano passado, onde tudo ficou a toque de caixa, apesar do bom balanço final. 

Mas quero aproveitar esse "milagre da virada de ano", onde nossas forças e esperanças se renovam, para implementar o famoso trio "organizar - planejar - executar". Confesso que minha fase favorita é a do meio, e a mais chata é a primeira, porém, cada fase necessita da anterior para atingir todo seu potencial.
Existem muitas áreas da minha vida, que vai do físico ao mental, do ambiente em que vivo às atividades cotidianas, que necessitam de uma verdadeira faxina!
É com esse espírito que reúno meu exército de caderninhos e volto a pensar com a ponta do lápis!

Resumindo bem toscamente o que significa cada fase, segue:

1. ORGANIZAR
Reunir tudo que se tem, jogar tudo que não se usa, riscar tudo que já foi feito, listar tudo que sobrou, organizar tudo que se usa de forma a localizá-los rapidamente e identificar tudo que falta ter e fazer.

2. PLANEJAR
Estabelecer as metas e o que fazer para atingi-las, com os recursos identificados na fase anterior.

3. EXECUTAR
Seguir o que foi planejado na fase anterior. Essa etapa chega a ser quase braçal dependendo do nível de planejamento. Por outro lado, sem as etapas anteriores, eu não sei nem por onde eu começo e acabo largando muita coisa pra trás.

É possível realizar metas sem seguir nada disso? Óbvio que sim (e eu faço isso quando estou com preguiça), mas acho que acabamos gastando mais, e deixando tudo mais bagunçado e confuso para atividades futuras, e aí fazemos as coisas em cima da bagunça mesmo, remendamos, acochambramos e tudo vira uma bola de neve.
Quero parar minha bola de neve!

Então é issae, vamo que vamo e bora que bora!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Presentes

Há tantos presentes 
Que ainda não foram abertos desde seu nascimento. 
Há tantos presentes feitos a mão 
Que Deus lhe enviou. 
O Amado não cansa de repetir 
"Tudo o que tenho é também teu". 
Há tantos presentes, querido, 
Que ainda não foram abertos desde seu nascimento. - HAFIZ

Oi amiguinhos!

Só um post rápido para desejar a todos um Feliiiiiiiz Ano Novo!

Bem, eu escolhi este trecho de um livro como primeiro post do ano porque ele tem tudo a ver com a minha vida na última década: nossos presentes de nascença ainda não abertos!
Nós guardamos muitas nuances de nossas personalidades e habilidades que, ao longo da vida, acabamos não descobrindo ou não desenvolvendo. Mas o fato é que todos eles ainda estão guardados em nós, esperando a hora em que iremos acordá-los!
Claro que isso não é algo trivial: é preciso muita reflexão, sabedoria e interação com outras pessoas para se abrir cada presente!

A última década em si, já foi um presente pra mim, por si só. Pois foi nessa década que despertei, que descobri, que me dei conta de tudo isso. Passei a investir muito em autoconhecimento, e isso são anos de estudo e prática, pois a mágica não acontece da noite pro dia. E também não depende só da vontade: é preciso agarrar as oportunidades, quando estas surgem à sua frente. 

Abaixo, só para ilustrar tudo que estou dizendo, os presentes mais marcantes que abri (que eu tinha medo de abrir) e as oportunidades que surgiram no percurso pra me ajudar a abri-los:
Para aproveitar cada oportunidade e abrir cada presente, tive que abrir também a mente e o coração!

Isso também explica um pouco mais porque eu estou numa busca constante, explorando, tentando descobrir o que eu gosto, o que eu posso fazer. Sinto que cada presente que eu abro, ele puxa um monte de coisas, é por isso que eu preciso de movimento. E também que cada presente é uma peça do meu quebra-cabeça!

Bora então abrir mais presentes (aqueles que vem de dentro)? \o/
Tenho certeza que com cada um é diferente, mas totalmente equivalente!

Bora arrebentar em 2015!!!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Dear Adriane Series - Busca Implacável

Querida Adriane, a busca pelo seu lugar no mundo e por si mesma é uma busca solitária. Não tem como não ser. Cada pessoa é única e possui características bem particulares.
Cada um fará as mesmas descobertas, mas em fases distintas da vida. Uns antes, outros depois...
O fato é que cada um tem seu próprio momento, suas próprias prioridades e seu próprio ritmo. Aliás é mais do que fato, é um direito. Então se você depender da sincronia desses fatores na vida das pessoas você estará perdida. É como esperar pelo alinhamento perfeito de todos os astros do Sistema Solar!

Mas nem tudo é solidão. Há momentos que podem - e devem - ser compartilhados. Com seus familiares, seus amigos, seus colegas, desconhecidos que te abordaram (e é cada figura que aparece né?). Cada pessoa surge na sua vida no momento destinado e te enriquece de alguma maneira. Num plano mais "internético", isto pode se dar em blogs, vlogs e fóruns especializados. O conteúdo sempre esteve lá, mas você o encontrou quando chegou o momento. 

Mas veja que até o alinhamento dos planetas é algo momentâneo. Não conte com isso em sua jornada.

[Minha maneira fotográfica e visual de expressar este post.]

Busque em quem se inspirar. E lembre-se que se inspirar em alguém é totalmente diferente de ser como alguém ou de depender de alguém. O que te entusiasma nas suas descobertas não são os resultados diretos, mas a possibilidade de fazer o que você gosta da sua própria maneira, e isso te faz buscar mais recursos e informações. Quer algo? Use a cabeça para separar o que é verdade do que é crença. Use também o Google. A tecnologia está aí para estender seus cinco (ou seis?) sentidos.

Coragem. Quanto mais você quer, mais aberta e investigativa deve ser sua mente. Você já cansou de ouvir gente dizendo: "Eu não sirvo pra isso.", "Não tenho a sua [seja o que for].", "Não dá certo.". Eles têm total razão. Mas eles estão muito longe de ser sua fonte de inspiração. Então tenha coragem, porque existem trechos em sua jornada que você precisa seguir sozinha. Às vezes fica meio monótono sim, mas você já vivenciou o suficiente pra perceber que a vida traz boas surpresas. E às vezes algum viajante se junta a você até a próxima parada. Às vezes até por um bom trecho... 

Seja como for, seja implacável em sua busca. Pode parar pra descansar à beira de um lago, contemplar, refletir, mas siga em frente! Se está feliz onde está, fique aí. Se não está, levante porque o mundo não pára! E nem o tempo.

Nota: Comecei escrevendo esse texto para um público geral, mas estava ficando monótono e inútil. De repente me deu um estalo e percebi que fica muito mais fácil, divertido e honesto escrever o que eu gostaria de dizer para mim mesma... Assim, surge o "Dear Adriane Series".

domingo, 8 de setembro de 2013

Find your spot

Desculpem o sumiço aqui no Candy... O post de hoje já estava escrito desde antes das minhas férias e originalmente estava bem maior! Mas como me propus a escrever tudo com carinho, eu quis lapidar esse texto à exaustão... XD

Quando eu criei o Candy, fiquei matutando dias pra achar um subtítulo, procurei frases no Google, no Pinterest e no fim, acabei escrevendo algo que reflete o meu anseio atualmente. "Find your spot" ou "ache seu lugarzinho ao sol", é algo chave... Mas é algo bem tricky.

Por onde tantos passos seguiram... será que eu devo seguir também?